Mudança

Secretaria de Educação do RJ troca nomes de escolas e oposição a Bolsonaro tenta polemizar

Há quem censure a troca de nomes, mas não se trata de uma novidade. Em 2018 o governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu renomear escolas que celebravam “generais-ditadores”.

Secretaria de Educação do RJ troca nomes de escolas e oposição a Bolsonaro tenta polemizar

Foto: Vinícius Magalhães/Divulgação

Publicado em 28 de janeiro de 2020 - 14:38

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Foto: Secretário de Educação do RJ/ Firjan/Divulgação

O Diário Oficial de ontem (27) trouxe trouxe a informação de que algumas escolas cariocas receberiam nomes novos. Oito unidades escolares passarão a homenagear bombeiros militares e policiais.

Os estabelecimentos educacionais haviam sido fechados por administração anterior. Agora, reabertos, eles eles funcionarão no regime cívico-militar.

Há quem censure a troca de nomes de escolas por parte da pasta da Educação no estado, que está sob o comando de Pedro Fernandes. Opositores de Bolsonaro se levantaram contra a medida, mas a atitude do secretário não se trata de uma novidade na Política ou na Educação.

Em 2018 o governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu renomear escolas que celebravam nomes envolvidos no governo militar.“Amanhã, data do golpe de 1964, vamos trocar os nomes de escolas alusivos aos generais-ditadores. Não merecem homenagens. Ditadura nunca mais”, disse o governador do Maranhão em suas redes sociais.

Em 2014 a capital baiana trocou o nome do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici pelo de Colégio Estadual Carlos Marighella. Neste caso, até o fardamento dos alunos mudou. Na época, em entrevista dada ao “Correio 24 Horas”, a diretora da unidade escolar deu maiores informações.

A educadora disse: “Trouxemos para a comunidade um novo conhecimento sobre o presidente Médici como ditador e também de personalidades que foram indicadas. As pessoas escolheram o nome que representava o oposto da ditadura, a negativa completa”.

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