Juíza Selma custou mais de R$ 140 mil ao Senado desde sua cassação

Os gastos continuam sendo efetuados, porque a senadora está exercendo seu mandato normalmente.

Gastos

Publicado em 17 de janeiro de 2020 - 08:45

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Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A senadora Juíza Selma (Podemos-MT) gastou mais de R$ 140 mil com pessoal e cota parlamentar já depois de ter o mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em 10 de dezembro, por 6 votos a 1, pela cassação do mandato da senadora. No mês inteiro, os gastos passam dos R$ 200 mil.

Selma é acusada de ter praticado os crimes de caixa 2 e abuso de poder econômico durante a campanha para o Senado em 2018, contudo, continua exercendo seu mandato normalmente. Selam teria omitido gastos de R$ 1,23 milhão na campanha eleitoral de 2018, mas afirma que o dinheiro foi um empréstimo pessoal pego com seu 1º suplente, Gilberto Possamai, e que a verba não foi usada em campanha, mas na pré-campanha. Por isso, não havia sido declarada.

O Senado informou que só recebeu a notificação do TSE em 19 de dezembro e que a Mesa Diretora se reunirá em tempo hábil para analisar o caso. No ano passado, 1º sob o comando de Alcolumbre, foram apenas duas reuniões –ambas em abril.

Em 2015 (o 1º ano da legislatura passada), por exemplo, foram realizadas 7 reuniões do colegiado. Se o ritmo de reuniões se mantiver como em 2019, é possível que a definição sobre a saída de Selma fique para lá do 2º semestre de 2020.

A senadora disse através de sua assessoria, que não deixou o cargo pois depende justamente do rito da Casa. Além disso, ainda cabe recurso em seu processo.

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