Confira o que muda com os novos BRT’s na Região Metropolitana do Recife

A população se queixa da falta de manutenção nas estações, da superlotação e do calor.

Mudança

Publicado em 13 de janeiro de 2020 - 10:13

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Foto: Divulgação

Vários relatos de problemas e falta de organização envolvendo o BRT pernambucano, batizado como Via Livre, são angustiantes e colocam diante de todos – passageiros, operadores e gestores – o evidente fim do sistema.

O BRT foi idealizado com a expectativa de ter um corredor de circulação totalmente segregado, estações de embarque e desembarque confortáveis e com o pagamento antecipado da tarifa, e embarque em nível. Não é o que vemos.

Veja a diferença entre o BRT atual e os novos modelos de BRT:

BRT Tradicional (Atual)

  • 21 metros
  • Motor central ou traseiro
  • Câmbio Automático
  • Suspensão a ar com regulagem de plataforma
  • Ar-condicionado
  • 340 cavalos de potência
  • R$ 1,4 milhão (com isenções sai por R$ 900 mil)

Novos BRT’s

  • 13,8 metros
  • Motor dianteiro
  • Suspensão de ar sem regulagem de plataforma
  • Câmbio manual
  • Ar-condicionado
  • 240 e 260 cavalos de potência
  • R$ 440 mil

Linhas em que o Estado pretende iniciar a substituição pelos novos BRT’s:

  • 1900 – PE-15 (PCR)
  • 1915 – PE-15 (Dantas Barreto)
  • 1970 – TI Pelópidas- PE15

Houve uma redução de 15% no número de passageiros dessas três linhas entre novembro de 2018 a novembro de 2019.

No número geral, houve uma redução de 4% no Sistema de BRT em geral.

Após vários flagrantes de pessoas pulando as catracas, elas foram substituídas. Veja:

Foto: Montagem

Foto: Bobby Fabisak

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