Bolsonaro sobre educação: “Sai kit gay, entra leitura familiar”

Na ocasião, Bolsonaro frisou a mudança nos livros didáticos promovida pelo MEC.

Mudança

Publicado em 7 de janeiro de 2020 - 14:14

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Foto: Divulgação

Em reunião nesta terça-feira (7) com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o presidente Jair Bolsonaro realizou o balanço anual na política educacional do país. A reunião foi transmitida ao vivo por meio de redes sociais.

“O pai quer que o filho seja homem e que a filha seja mulher, evidentemente. O que estava nos livros escolares é uma vergonha, livros péssimos que chegavam e deseducavam a galera. Sai o kit gay e entra a leitura em família”,  ressaltou Bolsonaro.

O ministro Weintraub destacou as mudanças promovidas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e afirmou que a prova agora selecionará os mais preparados.

“Quero que o Enem selecione as melhores pessoas para a gente e para a sociedade. Tem que saber matematística, biologia, química, e não, linguagem gay”, disse Weintraub.

O ministro também destacou a criação de cinco universidades federais em apenas um ano de gestão, único governo a realizar tal feito.

“É o presidente que mais criou novas universidades em um ano de governo, com sua maioria na região do Nordeste. Tivemos um excelente Enem, sem polêmica, sério e com um maior índice de participação”, declarou o ministro.

Weintraub completou destacando a importância da família no desenvolvimento intelectual do aluno. “Quem educa são os pais. Eles fazem a diferença dentro de casa. A escola ensina a ler e escrever. Ainda verei no Brasil o melhor engenheiro, o melhor cientista entre os melhores do mundo”, finalizou.

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