Após polêmica, Netflix é boicotada por novo filme do Porta dos Fundos

A Primeira Tentação de Cristo sugere uma relação homossexual entre Jesus e Satanás e põe Deus, Maria e José como um triângulo amoroso.

Boicote

Publicado em 9 de dezembro de 2019

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Foto: Divulgação

Muitos Cristãos têm promovido boicote à Netflix após a plataforma de streaming lançar mais um filme polêmico produzido pelo Porta dos Fundos. O filme estreou no último dia 3 de dezembro.

A Primeira Tentação de Cristo sugere uma relação homossexual entre Jesus e Satanás e põe Deus, Maria e José como um triângulo amoroso.

Algumas personalidades repudiaram o novo filme da Netflix. O deputado federal Ossesio Silva (Republicanos-PE) repudiou em suas redes sociais o filme e condenou a equipe.

“Que absurdo! Um filme da equipe de ‘humoristas’ do canal Porta dos Fundos retrata Maria, mãe de Jesus, como maconheira, e Jesus, com o estereótipo de um estudante universitário militante gay de esquerda, que tem um relacionamento amoroso com um homem”.

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Que absurdo! Um filme da equipe de "humoristas" do canal Porta dos Fundos retrata Maria, mãe de Jesus, como maconheira, e Jesus, com o estereótipo de um estudante universitário militante gay de esquerda, que tem um relacionamento amoroso com um homem. Diante de tamanha afronta e desrespeito com a nossa fé e com a Palavra de Deus, se faz necessário indagar porque persiste o desprezo e a intolerância pela fé de um povo em um país de maioria cristã? Desvirtuar a Bíblia não é engraçado. Tentar denegrir a fé de um povo que é maioria cristã, não pode ser motivo de piada, chacota ou zombaria. Pelo contrário, é triste, revoltante e ultrapassa todas as fronteiras morais, éticas, espirituais, religiosas e ataca diretamente todos os cristãos. Não podemos aceitar que atos camuflados de humor ataquem a nossa fé e sejam instrumento de intolerância religiosa.

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O ator Carlos Vereza detonou o grupo em suas redes sociais. “Vocês são safos, descolados, sub imitação dos filmes trash-refuse-pornô, supostos pós-modernos num país em eterno subdesenvolvimento. Idiotas pretensiosos, estafetas da Nova Ordem Mundial, que têm como pauta, desde a Escola de Frankfurt, a desconstrução da família e da religião. Nada de novo no front: fazer paródia de Jesus gay e de esquerda, talvez para sublimar desejos e inclinações mal resolvidas”, disse o ator, que ainda citou o texto de Romanos 1:26-27.

O vice-presidente da União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), o advogado Paulo Henrique Cremoneze classifica as duas obras como algo desrespeitoso, agressivo e que tangencia a fronteira tênue da intolerância religiosa.

“Uma garantia constitucional não pode jamais ferir outra. A atitude do Porta dos Fundos fere a liberdade religiosa e deforma profundamente o autêntico conceito de arte. Os cristãos de todas as confissões devem se unir em defesa dos valores fundamentais da fé e expor seu veemente repúdio ao filme, ao Porta dos Fundos e a própria Netflix”, disse.

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