Reconhecimento

Ministério celebra Semana da Consciência Negra com atividades de valorização da cultura afrodescendente

A proposta é a de promover o diálogo em torno de questões ligadas à igualdade étnico-racial.

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Foto: geledes.org.br/Divulgação

Celebrado nesta quarta-feira (20), o Dia da Consciência Negra destaca a influência da cultura afrodescendente no Brasil. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), reconhece a importância da data para o combate à discriminação e valorização da população negra – composta por pessoas autodeclaradas pardas e pretas. O segmento representa 54% do total da população brasileira.

No âmbito da data e com a proposta de promover o diálogo em torno de questões ligadas à igualdade étnico-racial, a SNPIR/MMFDH organizou uma série de eventos que serão realizados entre os dias 18 e 22 deste mês. O destaque da Semana será o Seminário “História, Percursos e Perspectivas”.

No dia 20 de novembro, a SNPIR vai realizar o Seminário “História, Percursos e Perspectivas” em comemoração ao Dia da Consciência Negra. Um dos palestrantes será o professor Paulo Cruz, com o tema “A História que nunca me contaram”. A apresentação trará um panorama histórico a respeito da população negra no Brasil, com relatos que vão muito além do senso comum. Paulo Cruz é professor de Filosofia e Sociologia, mestre em Ciência da Religião e, em 2017, recebeu do Ministério da Cultura (MinC) o prêmio Ordem do Mérito Cultural, que reconhece pessoas, grupos artísticos, iniciativas ou instituições por suas contribuições à cultura brasileira.

“Minha palestra falará sobre personagens negros brasileiros cujas biografias são inspiradoras, mas que o preconceito e a discriminação trataram de apagar. Curiosamente, também deixaram de ser celebradas como deveriam pelos próprios negros. É hora de resgatarmos nossa história, para que esses exemplos inspirem a juventude negra do Brasil, que é tão carente de exemplos verdadeiramente virtuosos”, disse o professor.

Outra palestra, será a do fotógrafo Noilton Pereira, intitulada “Enxergando as comunidades tradicionais por meio da fotografia”. Noilton é responsável pelo projeto social Sertão Forte, no interior da Bahia. “É um projeto virtual que já existe há 5 anos”, disse Noilton. “Ajudo comunidades quilombolas valorizando sua cultura, transformando essas pessoas em verdadeiros heróis, tirando-as do anonimato”, explicou o fotógrafo.

Redação do Portal com informações do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos 

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