Parlamento Europeu

Nazismo e Comunismo são iguais, afirma Parlamento Europeu

União Europeia decidiu, igualar comunismo e nazismo por terem cometido “genocídios e deportações e foram a causa da perda de vidas humanas e liberdade em uma escala até agora nunca vista na história da humanidade”.

Parlamento Europeu, Nazismo e Comunismo são iguais, afirma Parlamento Europeu
Foto Montagem Portal de Prefeitura

União Europeia decidiu, no último dia 19 de setembro, igualar comunismo e nazismo por terem cometido “genocídios e deportações e foram a causa da perda de vidas humanas e liberdade em uma escala até agora nunca vista na história da humanidade”.

A resolução “Importance of European remembrance for the future of Europe” contou com 535 votos a favor, 66 contra e 52 abstenções. Apesar do significado histórico, esta resolução passou despercebida pela maioria, mesmo sendo tema de debate recorrente entre os historiadores desde a queda da União Soviética há três décadas.

De acordo com o jornal espanhol ABC, o jornalista polonês Ryszard Kapuscinski chegou a essa conclusão em 1995: “Se pudermos estabelecer a comparação, o poder destrutivo de Estaline era muito maior. A destruição levada a cabo por Hitler não durou mais de seis anos, enquanto o terror de Estaline começou na década de 1920 e prolongou-se até 1953.”

Existem algumas particularidades entre os dois regimes: o Gulag soviético foi usado para punir e eliminar dissidentes políticos, com o objetivo de transformar as estruturas socioeconômicas do país e promover a coletivização e a industrialização. Os nazis, por seu lado, usavam os campos de concentração principalmente para extermínio de vários grupos étnicos, políticos e sociais.

O nazismo foi o responsável pelo genocídio de judeus, ciganos, homossexuais e comunistas.

A resolução aprovada pelo Parlamento Europeu apela para “uma cultura comum da memória que rejeite os crimes dos regimes fascista e estalinista e de outros regimes totalitários e autoritários do passado como forma de promover a resiliência contra as ameaças modernas à democracia, em particular entre a geração mais jovem”. Também se manifesta “profundamente preocupado com os esforços envidados pela atual liderança russa para distorcer os factos históricos e para «branquear» os crimes cometidos pelo regime totalitário soviético, e considera que estes esforços constituem um elemento perigoso da guerra de informação brandida contra a Europa democrática com o objetivo de dividir a Europa”.

Fonte: Conexão Politica 

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