“Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade” diz Bolsonaro sobre áudio do afastamento de líder

O presidente falou sobre o áudio publicado pelas revistas Época e Crusoé, e no qual ele fala sobre lista de assinaturas para retirar o deputado delegado Waldir da liderança do partido no Congresso

Publicado por: em 17 de outubro de 2019 - 14:15

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Desonesto

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (17) que não discute “publicamente” a disputa pela liderança do PSL na Câmara. Em relação a possibilidade de seu telefone ter sido grampeado, o presidente referiu-se a isso como “uma desonestidade”.

Bolsonaro comentou, na saída do Palácio da Alvorada, sobre o áudio revelado pela revista Época e pela revista Crusoé. Ali ele fala com um interlocutor sobre lista de assinaturas para tirar o deputado Delegado Waldir (GO) do cargo de líder do PSL na Câmara.

O pedido para retirada de Waldir da liderança do partido pode está associada a ligação do deputado com o presidente da legenda, Luciano Bivar (PE). Ao ser questionado se articulou para tirar Waldir da liderança do partido na Câmara, o presidente disse que não comenta o assunto publicamente.

“Eu não trato publicamente desse assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade”, disse.

Bolsonaro x Bivar

Na semana passada Jair Bolsonaro teria iniciado uma crise com o comando do partido, no qual é filiado, ao orientar um apoiador a esquecer o PSL e que, na opinião dele, o presidente da sigla, Luciano Bivar está “queimado”. Mais tarde, Bivar disse não saber o motivo das declarações e que Bolsonaro já estava afastado do PSL. O presidente disse que tudo não passava de uma “briga de marido e mulher”.

Bivar que é alvo de operação da Polícia Federal que investiga candidaturas laranjas.

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