Deputados do PSB e PDT vão à justiça para que possam deixar partidos sem perder mandato 

Cada um deles afirmaram que entraram com uma ação declaratória de justa causa.

Saída

Publicado em 16 de outubro de 2019 - 10:59

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Foto: Reprodução

Ao total sete deputados do PDT e PSB vão à Justiça Eleitoral para que possam deixar seus respectivos partidos, de modo que não percam seus mandatos. As siglas puniram os parlamentares por votarem contra a vontade do partido, ou seja, a favor da reforma da Previdência na Câmara. 

Tabata Amaral (PDT-SP), Gil Cutrim (PDT-MA), Marlon Santos (PDT-RS), Flávio Nogueira (PDT-PI), Rodrigo Coelho (PSB-SC), Jefferson Campos (PSB-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES), alegam a princípio que as legendas fecharam entendimento de votação antes mesmo do texto final sobre a reforma estar concluído.

A deputada Tabata Amaral disse que não há nenhuma intenção do grupo em criar um novo partido, “estamos criticando um modelo de partido. Tem alguma coisa muito errada com nossos partidos. Não vou trabalhar pra criação de um novo partido e vou buscar um partido que respeite nossas ideias” disse. “Qual partido vai ser só o tempo vai dizer”, pontuou. 

“Tínhamos firmado cartas com o partido antes da eleição e teríamos uma independência programática. O texto que votamos não é o que chegou à Câmara não é o que o PSB tinha fechado questão” disse Rigoni do PSB de Santa Catarina. 

Até o momento não foi confirmado se o deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE) entraria ou não na justiça para sair da legenda.

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