Educação

 “Escola não é lugar de fazer experiências”, diz secretário de Pernambuco sobre escolas cívico-militares 

Para Frederico Amâncio ainda há “dúvidas” sobre a proposta do Ministério da Educação e quais os resultados positivos do modelo. 

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Foto: Pedro Menezes

O secretário de Educação de Pernambuco, Frederico Amâncio, negou nesta quarta-feira (2), que questões políticas tenham influenciado na decisão de não aderir ao programa das escolas cívico-militares proposta pelo governo Bolsonaro.

Para Frederico, há “dúvidas” sobre a proposta do Ministério da Educação, “ainda não tem muito estudos (…) Escola não é lugar de fazer experiências”, disse. 

Governado pelo petista Camilo Santana, o Ceará foi o único estado do Nordeste que aderiu ao programa do governo Jair Bolsonaro (PSL). “No nosso caso em Pernambuco, posso falar com toda tranquilidade como secretário, sempre nossas decisões foram tomadas do ponto de vista técnico”, afirmou.

Apesar da negativa ao programa,o secretário deixou aberta a possibilidade do Estado participar do programa do governo federal. “Vale ressaltar que nossa decisão foi tomada para este momento. Então, por ainda termos muitas dúvidas, pedimos mais esclarecimentos e optamos por não aderir neste momento”.

Abraham Weintraub, ministro da educação, comentou no Twitter a rejeição ao modelo da pasta:

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