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João Campos, Marília e Luciano Bivar unidos na aprovação de lei que abre brecha para o caixa dois eleitoral

Acredita-se que o texto pode acabar flexibilizando muito as regras para no uso do fundo partidário e eleitoral.  

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Foto: Divulgação internet

Embora os deputados federais João Campos (PSB), Marília Arraes (PT) e Luciano Bivar (PSL) não estejam unidos no campo ideológico, e principalmente quando o tema é eleição, a votação da noite da última quarta-feira (18), que aprovou  o projeto que altera regras sobre o Fundo Partidário e o fundo eleitoral (PL 5029/19, antigo PL 11021/18 ), mostrou que em uma coisa eles concordam: é preciso manter a “caridade” milionária que é responsável por financiar as campanhas eleitorais. 

O texto permite, entre outros, que os recursos financiem compra ou aluguéis de imóveis pelos partidos; contratação de contadores e advogados; e pagamento de juros, multas e débitos eleitorais.

Para que passe a valer já em 2020, o projeto precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) até 4 de outubro, um ano antes da data marcada para o primeiro turno. 

O líder do Cidadania, deputado Daniel Coelho (PE), disse que os políticos estão legislando em causa própria e que o projeto cria um conjunto de regras subjetivas que diminuem a transparência nos gastos.

“Não dá para aprovar um texto em que gastos com consultoria, algo totalmente subjetivo, não vão ser contabilizados em contas de campanha. É esse o avanço que a gente vai fazer?”, questionou. Coelho disse que provavelmente haverá vetos pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

   

 

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