“PCdoB não dá espaço para negro e pobre”, diz vereador expulso do partido

Márcio Barbosa acredita que a legenda tem tentado prejudica-ló desde das eleições de 2016.

Publicado em 16 de agosto de 2019

Crítica

    Divulgação

Em entrevista ao portal Observatório de Olinda, o vereador de Olinda Márcio Barbosa, expulso do PCdoB na última quinta-feira (15), revelou algumas atitude, segundo ele, adotadas pelo seu antigo partido. Ao portal, ele declarou que “a cúpula do PCdoB não gosta de negro, nem de pobre. Apesar de ter sido o mais votado de Olinda e do partido, em eleições passadas, nunca tive espaço. Tudo era para “os queridinhos” deles. Fui perseguido a vida toda”, afirmou.

De acordo com Barbosa, em 2016, o partido apresentou prestações de contas fraudadas com o objetivo de lhe prejudicar para que perdesse o mandato. “Mas não conseguiram. Venci no TRE aqui e depois em Brasília. Eles nunca aceitaram que um negro, ex-camelô, vendedor de capa de celular, fosse a estrela mais brilhante do partido em Olinda. Eu era a “ovelha negra” da família. Não tinha direito a nada. Em 16 anos, Luciana e Renildo nunca calçaram uma rua da minha comunidade”, disse.

Márcio acrescenta que em seu processo de expulsão, o diretório municipal seguiu a “linha stalinista”. Segundo ele, sem julgamento parcial, sem direito a qualquer tipo de defesa, ao mais autêntico estilo soviético.

 

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Estudante de Jornalismo e estagiário do Portal de Prefeitura, na editoria de política. Já atuou como fotógrafo da empresa Cápsula 1 em Porto de Galinhas, apresentador e repórter da Webtv Uninassau, já passou pela TV Leia Já em 2018. Embora seja um apaixonado pela comunicação, já fez Técnico em Química Industrial e em Administração. Quando tem tempo livre gosta de editar vídeos e fazer designer para redes sociais. Adora reportagens especiais e humanizadas.

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