Conheça as Prefeituras melhor avaliadas pelo IEGM-TCE em Pernambuco

  • Publicado em 6 de dezembro de 2018

  • Prefeituras melhor avaliadas foram: Afogados da Ingazeira, Barra de Guabiraba, Camaragibe, Cupira, Jaboatão dos Guararapes, Jaqueira, Orobó, Panelas, Paudalho, Paulista, Recife, São Bento do Una, Triunfo

    O que representa o índice aos Municípios?

    O índice de Efetividade da Gestão Municipal – IEGM – é uma ferramenta de diagnóstico que visa avaliar a efetividade da gestão administrativa das prefeituras. Ele é composto por sete indicadores envolvendo boas práticas nas temáticas de Educação, Saúde, Planejamento, Gestão Fiscal, Meio Ambiente, Proteção das Cidades e Governança da Tecnologia da Informação.

    Os dados são coletados anualmente por meio de questionários eletrônicos, utilizando-se  informações do exercício anterior.

    Os resultados obtidos permitem a divulgação do nível de gestão municipal ao disponibilizar informações sobre a estrutura, os sistemas e os processos organizacionais existentes. Além disso, os  demonstrativos de eficiência e eficácia servirão, tanto para os cidadãos quanto para os gestores, como valioso instrumento de aferição de resultados, correção de rumos, reavaliação de prioridades e consolidação do planejamento.

    Ao longo do tempo, o índice permite acompanhar se a visão e objetivos estratégicos dos municípios estão sendo alcançados de forma efetiva e ainda pode ser utilizado como insumo para as análises das contas públicas, sem perder o foco do planejamento em relação às necessidades da sociedade.

    A) Altamente efetiva:

    Nenhuma classificada nesta faixa

    (B+) Muito efetiva:

    Nenhuma classificada nesta faixa

    (B) Efetiva:

    Afogados da Ingazeira, Barra de Guabiraba, Camaragibe, Cupira, Jaboatão dos Guararapes, Jaqueira, Orobó, Panelas, Paudalho, Paulista, Recife, São Bento do Una, Triunfo

    (C+) Em fase de adequação:

    Agrestina, Água Preta, Águas Belas, Alagoinha, Araçoiaba, Araripina, Arcoverde, Barreiros, Belém de Maria, Belo Jardim, Betânia, Bodocó, Bom Conselho, Bonito, Brejinho, Buenos Aires, Buíque, Cabo de Santo Agostinho, Cabrobó, Caetés, Carnaíba, Carnaubeira da Penha, Caruaru, Chã Grande, Correntes, Cumaru, Dormentes, Escada, Exu, Ferreiros, Flores, Floresta, Gameleira, Garanhuns, Goiana, Gravatá, Iati, Ibirajuba, Igarassu, Iguaracy, Ingazeira, Itaíba, Itapetim, Itapissuma, Jataúba, Joaquim Nabuco, Jupi, Lagoa do Ouro, Lagoa Grande, Lajedo, Limoeiro, Machados, Maraial, Moreno, Ouricuri, Palmares, Paranatama, Parnamirim, Passira, Pedra, Pesqueira, Petrolândia, Petrolina, Primavera, Riacho das Almas, Ribeirão, Rio Formoso, Sairé, Salgueiro, Saloá, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria da Boa Vista, Santa Maria do Cambucá, Santa Terezinha, São Caetano, São Joaquim do Monte, São José do Egito, São Lourenço da Mata, São Vicente Ferrer, Serra Talhada, Sirinhaém, Solidão, Surubim, Tacaratu, Taquaritinga do Norte, Terra Nova, Toritama, Venturosa, Vertentes, Vicência, Vitória de Santo Antão, Xexéu

    (C) Baixo nível de adequação:

    Abreu e Lima, Afrânio, Aliança, Altinho, Amaraji, Angelim, Belém de São Francisco, Bom Jardim, Brejão, Brejo da Madre de Deus, Calumbi, Camocim de São Félix, Camutanga, Canhotinho, Carpina, Cedro, Condado, Custódia, Feira Nova, Frei Miguelinho, Glória do Goitá, Ibimirim, Ilha de Itamaracá, Inajá, Ipubi, Itacuruba, Itambé, Itaquitinga, Jatobá, João Alfredo, Lagoa do Carro, Lagoa do Itaenga, Lagoa dos Gatos, Macaparana, Moreilândia, Nazaré da Mata, Orocó, Palmeirina, Poção, Pombos, Quixaba, Santa Filomena, São José do Belmonte, Serrita, Sertânia, Tabira, Tacaimbó, Timbaúba, Tracunhaém, Trindade, Tuparetama, Verdejante, Vertente do Lério

    Os dados dos municípios que compõem o índice são baseados exclusivamente em levantamentos e informações prestadas pelos próprios gestores municipais e não foram auditados pelo Tribunal de Contas do Estado.

    coleta é feita anualmente por meio de questionários eletrônicos, utilizando-se informações do exercício anterior. Os dados foram enviados ao Instituto Rui Barbosa que, em parceria com o Tribunal de Contas do Maranhão realizou os cálculos e divulgou nacionalmente o resultado.

    O índice permite acompanhar, ao longo das gestões, se a visão e objetivos estratégicos dos municípios estão sendo alcançados de forma efetiva. Também pode ser utilizado como insumo para as análises das contas públicas, sem perder o foco do planejamento em relação às necessidades da sociedade.

    RESOLUÇÃO – Em Pernambuco, o Índice de Efetividade da Gestão Municipal foi regulamentado pela Resolução TC nº 18/2017, após a adesão do Tribunal de Contas ao Acordo de Cooperação Técnica e Operacional nº 001/2016 com o Instituto Rui Barbosa, o qual teve como objeto o estabelecimento da Rede Nacional de Indicadores Públicos – Rede Indicon.

    O TCE irá adotar as providências cabíveis junto às prefeituras que não atenderam na íntegra o que determina a Resolução 18/2017.

    As informações são do TCE-PE

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