“Sempre acreditei que as ações são maiores do que a própria fala”, afirma Bosco Silva

  • Publicado em 19 de outubro de 2017

  • Os caminhos que levaram Bosco Silva (PMN) a trilhar sua trajetória na política são fortes. Os amigos e a comunidade jovem cristã o incentivaram a ingressar no que seria sua futura profissão.

    “Sempre acreditei que as ações são maiores do que a própria fala. Sempre me coloquei muito à disposição e as coisas aconteceram de uma forma natural. As pessoas pediram que eu saísse candidato. Eu não queria, mas meu nome foi pras ruas”. Em 1992 Bosco obteve 83 votos. Sua segunda candidatura à Casa Vicente Lacerda de Menezes, a Câmara Municipal de Camaragibe, em 1996, alcançando 703 votos, sendo o 9º vereador mais votado da cidade. Contudo, ainda assim não obteve o mandato. O seu engajamento social  foi se desenvolvendo e, em 2000, Bosco ingressou em seu primeiro mandato como legislador do município, arrastando 710 votos.

    “Em 2004 os números saltaram, fui o vereador mais votado da cidade, 2.477 pessoas me escolheram pra legislar. Fui o vereador mais bem votado da história de Camaragibe”, ressalta.

    Com postura independente, suas prioridades de mandato sempre foram o povo e Camaragibe, não deixando que questões partidárias e pessoas influenciassem nas tomadas de decisões.  Em seus mandatos como legislador, Bosco fez história. A implantação do Plano de Cargos e Carreiras para os servidores municipais é uma de suas iniciativas mais relevantes, bem como as benfeitorias voltadas aos estudantes, que adquiriram o transporte gratuito em três horários e cursos profissionalizantes. A população também foi assistida com assessoria jurídica sem custos. “O mais importante era o contato direto com o povo, era saber que estávamos ajudando o nosso povo. As pessoas não querem nada da gente, eles querem ser ouvidas e nós, políticos, temos que entender que essa troca é fundamental”, destaca.

    Para Bosco é fundamental que um vereador tenha conhecimento das leis orgânicas e do regimento da Casa. Esses são os alicerces para que o legislador possa trabalhar e administrar bem a cidade. é preciso conhecer todas as ferramentas necessárias para a  construção e o desenvolvimento de uma cidade. “As pessoas hoje estão melhor informadas, atentas. Elas participam, atuam, fazem uso ativo da internet, então tem que haver preparo”.

     

    GESTÃO MUNICIPAL

    Toda expertise com a cidade e com a população levaram Bosco a, em 2012, concorrer às eleições como vice-prefeito na chapa de Jorge Alexandre (PSDB). Juntos, receberam 41.182 votos.

    “Sempre estive preparado para assumir desafios, e sempre procurei me qualificar para poder exercer as funções que ocupei com excelência. Isso me trouxe uma bagagem fundamental. Quando assumimos a prefeitura em 2013 eu já possuía o conhecimento naquilo que faríamos pelos próximos quatro anos”, detalha.

    O trabalho de estruturação feito pela gestão de Jorge e Bosco mudou a realidade da cidade em diversos âmbitos. Os dados indicativos apontaram Camaragibe como o 3º melhor Índice de Desenvolvimento na Educação Básica (IDEB) na Região Metropolitana do Recife, em 2016.

    “Havia investimento e havia a preocupação em qualificar nossos profissionais. A educação refletia isso. Firmamos importantes parcerias, trouxemos importantes investidores que aportaram suas empresas e fizeram com que a cidade se desenvolvesse. Esse é um legado que a gente quer acompanhar”, comemora Bosco.

     

    FUTURO

    Temente a Deus, Bosco acredita que a fé, o apoio da família e o planejamento permitirão sua disputa ao executivo camaragibense em 2020.

    “Todo mundo que tem uma história política e galga certos cargos. Fui vereador por três mandatos, fui presidente da câmara, fui vice-prefeito. Hoje eu tenho conhecimento de causa, de como funciona uma gestão municipal. Hoje eu tenho conhecimento em Brasília, sei transitar e sei os caminhos porquê tive uma pessoa que me permitiu acompanhar de perto esses processos, e isso me deu experiência. Vejo que hoje também tenho condições de disputar uma prefeitura, mas primeiro as vontades de Deus e do povo, que vão avaliar se tenho condições. Mas estou pronto para isso”, relata.

    Bosco defende um modelo de gestão contínuo, dentro das reais necessidades das cidades e de seus habitantes, onde obras e benfeitorias devem ser executadas buscando o bem-estar e a melhoria na qualidade de vida de todos, sem priorizar lados, onde o gestor cobra de seus secretários resultados para entregar melhorias, unindo a gestão ao conhecimento técnico.

    Por: Raissa Cardeal

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